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terça-feira, 4 de abril de 2017

As Sempre Vivas e sempre lindas!


 Nativa do Cerrado, é encontrada largamente em Minas principalmente na Serra da Canastra, Serra do Cipó, Serra do Espinhaço, Serra do Cabral e espalhadas pelo Norte de Minas e Vale do Jequitinhonha.
Tem um grande valor comercial e por isso, é fonte de renda de várias famílias que vivem da colheita dessa planta no Norte de Minas e Vale do Jequitinhonha. (na foto ao lado, Dona Anita, de Capívari, distrito do Serro MG, uma das mais famosas e queridas coletoras de Sempre-Vivas de Minas. Foto de André Dib) Recebeu este nome pelo fato de, mesmo depois de ser colhida, permanece viva por 60 anos ou mais. Quando está frio, as pétalas fecham e só abrem com a temperatura elevada. Foi por esta característica que pesquisadores batizaram a flor com esse nome, pois há a impressão de estar viva através do movimento das pétalas. 
 A família Eriocaulaceae apresenta dez gêneros e possui cerca de 1200 espécies que se distribuem em várias regiões do mundo. Nos campos rupestres do Brasil ocorrem pelo menos 600 espécies. (foto acima de Manoel Freitas)
O gênero Paepalanthus inclui cerca de 400 espécies que podem ocorrer em diferentes habitats, variando desde solos arenosos úmidos ou secos, até sobre pedras. (foto acima de Marcelo Santos)
Em Santa Bárbara do Tugúrio, região central de Minas Gerais, uma sempre-viva que ainda é avistada naturalmente na Serra do Espinhaço, começa a ser produzida em escala comercial em algumas propriedades rurais. (foto acima de Eduardo Gomes)
A Paepalanthus acanthophylus, chamada de chuveirinho em função de seu aspecto visual, é quase uma exceção na família das Eriocaulaceae. É que essa planta ornamental (que ocorre na região da Serra da Canastra (também em Minas), onde há registros de 15 espécies distintas) tem sofrido forte impacto ambiental com o extrativismo desordenado. (foto acima de Wilson Fortunato)
Considerada importante atividade econômica para a população local, o problema é que a sua coleta indiscriminada, associada às inflorescências (estrutura floral em que há mais de uma flor num pedúnculo) serem removidas antes da produção de sementes, tem inviabilizado e comprometido a espécie. (foto acima de Eduardo Gomes)
Vale dizer que sempre-viva é o nome “genérico” de uma planta com características bem peculiares: ao serem colhidas, elas conservam a cor e a forma por um longo período de tempo (daí a sua excelente aplicação comercial, inclusive para exportação). (foto acima de Eduardo Gomes)
Mas é preciso considerar as questões ecológicas, antes que mais um bem da flora brasileira se perca. Entre as sempre-vivas mais comercializadas são predominantes as da família Eriocaulaceae. Destaque para o gênero Syngonanthus, da família Cyperaceae e a Paepalanthus speciosus, conhecida pelo nome popular de sombreiro, que tem floração entre maio e julho. Pouco ramificado, este subarbusto chega a dois metros de altura.(foto acima de Wilson Fortunato efoto abaixo de Manoel Freitas)
Nome Científico:Paepalanthus sp
Família: Eriocaulaceae
Características Morfológicas: Elas caracterizam-se por ter raízes com aspecto esponjoso e esbranquiçado, acúmulo de ar no córtex (camada externa de todos os vegetais), epiderme de paredes finas e caules aéreos ou rizomatosos.
Origem: Nativa do Brasil.
Ocorrência Natural: Em veredas, cerrado rupestrre, cerrado, campo sujo e limpo.

Fotos feitas na Serra do Espinhaço em Minas Gerais.
Fonte da matéria, exceto primeiro e segundo parágrafos:http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/terra-da-gente/flora/noticia/2015/02/sempre-viva.html

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