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segunda-feira, 31 de outubro de 2016

15 árvores adequadas para plantio em vias urbanas e dicas de como plantá-las corretamente

Uma cidade arborizada tem mais vida e fica mais bela. Árvores atraem pássaros e polinizadores. Refrescam o ambiente e aumentam a umidade do ar. As árvores absorvem gás carbônico. Cada árvore consome em média 180 kg de CO2 por ano, o que reduz consideravelmente os efeitos desse gás no nosso planeta. Cada árvore plantada é uma enorme contribuição para o combate ao efeito estufa. Na foto acima podemos vemos arborização urbana correta e bem feita em Seritinga, Sul de Minas Gerais. Foram usadas espécies de árvores de pequeno porte, que não danificam os passeios e nem a rede elétrica. (Foto da Prefeitura de Seritinga, Sul de Minas Gerais. As árvores que veem na imagem são Resedás)
As arvores ajudam na manutenção e recuperação da capacidade produtiva do solo, conservam os lençóis freáticos, preservam as margens dos rios, por isso da importância de se preservar matas ciliares e arborizar as margens dos rios e ribeirões que cortam as cidades.
Temos que ter essa consciência, que devemos plantar árvores, mas acima de tudo, gostar das árvores, gostar de tê-las em nosso quintal, calçada, nas praças, nos parques e nas matas.(na foto ao lado, uma rua com jacarandás na calçada. A vermelha é bouganvillea. Um lindo exemplo)
Quem gosta planta. Mas plantar o quê? Qual árvore plantar?
É essa a questão. Gostar de árvores não é sair por ai plantando qualquer espécie que vem em mente. Ou por achar que é bonita, que tem flores lindas. Não é por ai.
Alguns aspectos têm que ser levados em conta:
Qual o bioma da sua região? Por exemplo, se for Cerrado, o mais adequado é plantar árvores do Cerrado. Se numa região de cerrado você planta árvores nativas da Mata Atlântica poderá ter problemas futuros já que as árvores não terão um desenvolvimento natural, por ser de outro bioma. Teria que se adaptar e geralmente sofre modificações devido a diferenças climáticas. Árvores exóticas, de outros biomas ou países, são consideradas invasoras, podem inclusive desequilibrar o meio ambiente e prejudicar o desenvolvimento da fauna nativa.
Conheça o porte da árvore que quer plantar. Procure saber se ela tem raízes agressivas, se estouram asfalto, calçadas e danificam as redes elétricas e tubulações.
Se forem plantar árvores frutíferas na sua calçada, veja antes se o tipo de fruto produzido pela árvore não traria problemas. Por exemplo, um pé de abacate em sua calçada geraria problemas sérios quando os frutos caírem ao chão porque levaria risco de escorregões e acidentes aos pedestres. Manga também, bem como e outras frutas cujas polpas e cascas são escorregadias se ficarem no chão.
Em todas as cidades tem técnicos e órgãos especializados na área de meio ambiente. Antes de escolher uma árvore para plantar em sua calçada, procure a Companhia de Água, a empresa de Luz e a Prefeitura de sua cidade. Também pode procurar o IEF e Ong´s ambientais se tiver em sua cidade. Veja antes a opinião deles.
A foto acima é de uma avenida em Maria da Fé, Sul de Minas, fotografada pelo Leonardo Bueno. Cerejeiras são adequadas para plantio em vias urbanas, mas adapta-se somente em regiões de clima mais frio e acima de 1000 metros de altitude. Em regiões quentes e de baixa altitude, dificilmente germinam.
Abaixo segue uma lista de árvores que eu considero ideais para plantio em vias urbanas

1 – Jacarandá Mimoso – Jacarandá mimosifolia
Jacarandás floridos da Avenida João Pinheiro em Poços de Caldas MG. 
Fotografia de Marcos Corrêa 
Árvore de porte médio atinge no máximo 15 metros de altura. É adequada em vias urbana pela floração decorativa, rápido crescimento e por não ter raízes agressivas. É bastante usada na ornamentação de avenidas, calçadas, praças e parques de cidades do mundo todo. Se for plantar em calçada, plante contra a rede elétrica. Existem dezenas de espécies de jacarandás, ao optar por plantio dessa árvore, dê preferência para esta espécie que vê na foto acima, o Mimoso.
2 – Ipê amarelo - Tabebuia serratifolia
Fotografia de Wilson Fortunato em Bom Despacho MG
É a espécie mais comum de ipê amarelo e a mais indicada para calçadas largas. Atinge entre 8 a 20 metros de altura. Não tem raízes agressivas. Pelo porte, mais indicado o plantio contra a rede elétrica. As outras espécies de ipês como o roxo e rosa não são indicadas para calçadas pelo porte da copa e altura, como o roxo e o rosa, que pode chegar a 30 metros. Outra espécie de ipê indicada para calçada é o Caraiba (Tabebuia áurea), muito comum no Cerrado, cujo tamanho não ultrapassa os 5 metros. Pode ser plantado também o ipê-mirim (Tecoma stans) de pequeno porte, até 5 metros. Não prejudica a calçada e nem fiação. O mesmo para o ipê branco (Tabebuia róseo-alba), também conhecida como Planta do Mel. É uma linda espécie de ipê, ideal para calçadas, contra a fiação elétrica. Ultrapassa os 5 metros, podendo chegar a 12 metros. Tem uma linda florada, mas bem curta. Dura em média 25 horas apenas.
3 – Quaresmeira - Tibouchina granulosa
Quaresmeiras floridas e outras espécies, em rua de Caxambu MG.
Fotografia de Rafael Siqueira 
Tem com flores roxas e rosa e são indicadas para calçadas. Têm raízes profundas, galhos firmes, dão bom sombreamento e suas folhas retêm impurezas do ar, ajudando a diminuir a poluição. Muito usada na ornamentação urbana pela beleza de suas flores.
4 – Noivinha - Euphorbia leucocephala
Fotografia de Wilson Fortunato em Paineiras MG
É uma das mais belas plantas que existem. Também conhecida por Neve da Montanha, Mês de Maio, Cabeça de Velho, Chuva de Prata, Cabeleira do Vovô, entre outros nomes. Tem uma característica peculiar. Perde suas folhas no inverno e sua florada é totalmente branca, permanecendo assim por 30 a 40 dias. Essa planta é considerada um arbusto, por ser de pequeno porte. Geralmente não ultrapassam os 3 metros. São indicadas para calçadas, não provocam nenhum dano a fiação, tubulação ou construção.
5 – Manacá-da-serra - Tibouchina mutabilis
Flores de Manacá-da-serra. Fotografia de Arnaldo Silva 
De pequeno porte, é uma excelente árvore para plantio em calçadas e praças por não ter raízes agressivas. Suas flores são belas e delicadas. Adapta-se melhor em regiões de clima mais frio e montanhoso.
Segue lista de mais árvores que podem ser plantadas em vias urbanas:
7 - Astrapéia - Pterocarpus violaceus
8 - Cássia imperial - Cassia fistula
9 - Chuva de ouro - Laphantera lactescens
10 - Jasmim-manteiga - Plumeria rubra
11 - Pata-de-vaca - Bauhinia purpúrea
12 - Pitangueira - Eugenia uniflora
13 - Caliandra do Cerrado -Calliandra tweedii.
Flor da Caliandra a flor símbolo do Cerrado- Fotografia de Thelmo Lins
14 - Jabuticabeira - Eugenia cauliflora
 15 - Resedás - Lagerstroemia indica Lam.
Resedas de variadas espécies plantados em rua de Seritinga, Sul de Minas. Arquivo da Prefeitura
Árvore de origem Chinesa, se adaptou muito bem ao solo brasileiro já que gosta de sol pleno, sendo uma das mais indicadas para a arborização urbana porque não possui raízes agressivas, tem o porte médio , no máximo 6 metros, não danifica a rede elétrica e tem flores variadas, que embelezam praças e calçadas. A floradas dos Resedas acontece no inverno e suas flores podem ser rosa, branca, roxa ou vermelha, de acordo com a variedade, como podem ver na foto acima.
Essas são algumas sugestões. Existem centenas de árvores adequadas para calçadas, bem como inadequadas. Como citei acima, consulte os órgãos ambientais de sua cidade para se informar e dê preferência para a flora do Bioma em que vive. Plante as árvores nativas de sua região.
Após a escolha da espécie que irá plantar, siga essas dicas:
- A muda adequada para plantio tem que ter entre 1 metro e meio a 2 metros.
- Deve ser plantada a 1,50 metros de bocas-de- lobo, garagem e de acessos a cadeirantes
- Árvores de pequeno porte devem ser plantadas na distância de 4 metros umas das outras. De médio porte a 6 metros e de grande porte a 8 metros de distância.
- Retire a embalagem. Saquinhos, garrafas pets ou vasos, caso contrário elas não vingarão.
- Faça uma cova de pelo menos 80 centímetros (Isso para evitar que quando a árvore crescer, suas raízes não fiquem expostas e nem a mesma sujeita a quedas fáceis ) e pelo menos 1 metro quadrado de diâmetro. Nesse metro quadrado você pode plantar grama. Coloque na cova adubo orgânico. Depois que plantar, coloque adubo em volta também.
-Deixe uma área livre ao redor da muda
- Finque uma lasca de bambu próximo à cova e amarre com corda (não use arame) o tronco da muda para que ela cresça retilínea.
Não cerque com concreto ou tijolos a árvore por que suas raízes precisam respirar e retirar água e nutrientes do solo. Deixe um espaço de terra em volta da árvore, em torno de 100 centímetros de diâmetro pelo menos. Não faça barreiras para evitar que a água da chuva entre na cova da árvore. É comum vermos as pessoas cercarem com tijolos a árvore, fazendo quadrados. Isso é errado e impede o contato dá planta com a água da chuva que está na calçada. Elas precisam dessa água.
- Regue pelo menos três vezes por semana a planta com água limpa.

É isso ai. Siga essas dicas e plante árvore.
Quem ama a natureza planta e cuida, mas plante com consciência, se informando como, quando e que tipo de árvore plantar.
A sua cidade ficará melhor e não terá problemas futuros com árvores inadequadas.

Arnaldo Silva - Fotojornalista e Ambientalista, com especialização em Gestão Ambiental, Desenvolvimento Sustentável, Paisagismo e Plantas Ornamentais
AVISO LEGAL: Reprodução proibida no total ou em partes em qualquer tipo de mídia sem minha expressa autorização.

domingo, 30 de outubro de 2016

Benefícios da Pitomba. Tem também Receita de Caipiroska de Pitomba.

A pitomba, é conhecida cientificamente pelo nome de Eugenia Iuschnathiana. Essa fruta faz parte da família Myrtaceae, e podemos encontra-lá em territórios da Amazônia, até a Mata Atlântica. Muitas pessoas conhecem a pitomba por outros nomes como : olho-de-boi e caruiri. Essa fruta é bastante colhida nas regiões do Nordeste, em especial Pernambuco. Ela é benéfica nos casos de rugas, até porque ela retarda o aparecimento das linhas de expressão. Saiba mais em : Benefícios da Pitomba.
Benefícios da Pitomba

As árvores que produzem a pitomba se desenvolvem próximas à Mata Atlântica e em regiões da Amazônia, e tem chances de alcançar até 12 metros de altura. Ela é uma parente da lichia e também da jabuticaba. Pode ser colhida nos meses de janeiro e no fim de abril. Quando já está pronta pra ser consumida apresenta uma casca cor marrom, que por mais que aparente ser um pouco resistente se rompe com facilidade, já no interior da pitomba, encontra-se o caroço e a polpa da fruta. Sua polpa tem uma cor branquicento e com brilho, seu sabor é um pouco doce e suavemente azedo.

Essa fruta nos traz diversos benefícios para os cabelos no seu consumo, as suas propriedades auxiliam na manutenção da beleza dos fios e da revitalização. As propriedades encontradas na planta auxiliam na devolução da elasticidade dos fios e a delicadeza dos cabelos. Ela contém uma quantidade muito grande de vitamina C. As folhas dessa fruta contém uma grande quantidade de tanino, são usados para prevenir que o couro entre em fase de apodrecimento. Pesquisas comprovam que na pitomba existe uma proteina que torna-se muito eficaz no tratamento de fungos e carunchos nas plantações de cana-de-açúcar e de café, e também em grãos de feijão e soja que estejam em estoque. Conforme a medicina popular o caroço adstringente da pitomba tem eficácia no tratamento dos tipos mais graves de diarreias.

Caipiroska de Pitomba
Ingredientes

1 lata de leite condensado
6 a 8 pitombas descascadas
açúcar a gosto
gelo
vodka

Como fazer
Coloque as pitombas e o açúcar em uma coqueteleira, bata até obter um creme homogêneo. Acrescente a vodka e por último o gelo.

Fonte:http://remediodaterra.com.br/beneficios-da-pitomba/

Conheça a Pitomba

 
A pitomba (nome científico: Talisia esculenta), também conhecida como olho de boi, pitomba da mata e pitomba de macaco, é o fruto da pitombeira, árvore que pode alcançar mais de 10 metros de altura. Seu nome é originário do tupi e significa sopapo, bofetada ou chute forte.
A árvore pode ser encontrada em quase todo o Brasil, especialmente na Caatinga, Amazônia, Mata Atlântica e Cerrado. Ocorre também na Bolívia e Paraguai. A fruta possui uma casca dura, porém fácil de ser aberta, uma fina polpa suculenta e doce, além de um caroço que ocupa a maior parte do seu conteúdo. A casca, quando madura, é marrom e sua polpa, branca.

A pitomba mede aproximadamente dois centímetros de diâmetro, dá em cachos, é rica em vitamina C e pode ser consumida in natura ou beneficiada na fabricação de licores ou polpa. Diversos pássaros também a tem no seu cardápio.

A árvore é amplamente cultivada em pomares domésticos e floresce de agosto a outubro. Os frutos amadurecem de janeiro a março e são comercializados nas feiras das regiões Norte e Nordeste do país. As sementes são tidas como antidiarréicas e usadas como adstringentes. O chá das sementes é utilizado para amenizar os problemas de desidratação. Por outro lado, o chá das folhas é indicado para as “dores de cadeira” e para os problemas renais.

Créditos nas imagens
Fonte da matéria:http://www.cerratinga.org.br/pitomba/

Os 7 benefícios do Jatobá para a saúde


Jatobá é uma árvore da floresta amazônica ,Cerrado e da Mata Atlântica que não apodrece quando morre devido à sua natureza anti-fúngico. o Jatobá é uma árvore que chega a alcançar de 15 a 20 metros de altura, e seu tronco chega a ter um metro de diâmetro. Jatobá é um nome popular que se refere a árvores do gênero Hymenaea L. (Fabaceae – Caesalpinioideae). Jatobá também são conhecidas pelos nomes jataí, jutaí e pão-de-ló-de-mico. A fruta pode ser consumida e tem uma casca bem dura, composta de 40% de água.

O Jatobá é rica em Cálcio, Fósforo, Ferro, Potássio, Magnésio e Vitamina C. Ela possui mais potássio que a banana e mais cálcio que o leite!! Hoje em dia é considerada um energético natural. 

Os Benefícios do Jatobá para Saúde
O jatobá colabora para o fortalecimento do sistema imunológico

Jatobá tornou-se bastante eficaz no tratamento de infecções 
fúngicas, tais como pe de atleta e fungos nas unhas.

Os Benefícios do jatobá no alívio de problemas nas articulações devido a sua ação anti-inflamatória.

Benefícios do jatobá em proteger o fígado e condições estomacais.

Jatobá é eficaz na redução do açúcar no sangue.

Jatobá tem propriedades anti-inflamatórias, que tornam benéficos para tratar a inflamação das vias respiratórias, como a asma e bronquite.

Jatobá é bom para cólica.

Fonte da Matéria:www.saudedica.com.br

Aprenda 5 receitas com Jatoba: Suflê, Paté, Sequilhos, Bolo e Biscoitos de Jatobá

Jatobá é uma árvore da floresta amazônica, Cerrado e da Mata Atlântica que não apodrece quando morre devido à sua natureza anti-fúngico. o Jatobá é uma árvore que chega a alcançar de 15 a 20 metros de altura, e seu tronco chega a ter um metro de diâmetro. Jatobá é um nome popular que se refere a árvores do gênero Hymenaea L. (Fabaceae – Caesalpinioideae). Jatobá também são conhecidas pelos nomes jataí, jutaí e pão-de-ló-de-mico1. A fruta pode ser consumida e tem uma casca bem dura, composta de 40% de água.O Jatobá é rica em Cálcio, Fósforo, Ferro, Potássio, Magnésio e Vitamina C. Ela possui mais potássio que a banana e mais cálcio que o leite!! Hoje em dia é considerada um energético natural. 

Suflê forte

Ingredientes

200g de queijo mussarela
3 xícaras de chá de leite
2 ovos
1 pé de couve flor
4 colheres de sopa de farinha de jatobá
1 xícara de chá de maionese
1 cenoura (em ralo grosso)
2 colheres (sopa) de manteiga
1 xícara de chá de farinha de trigo
2 claras em neve

Como fazer

Bata no liquidificador o leite, os ovos, as farinhas e o sal. Reserve. Em uma panela coloque a manteiga, faça um refogado da cenoura, couve flor e temperos de sua preferência. Deixe esfriar e misture a maionese às claras em neve e o queijo. Leve ao forno para assar.

Patê com jatobá e ricota

Ingredientes
250 gramas de ricota amassada
3 colheres de sopa de farinha de jatobá
1 colher de sopa de ervas finas
200 gramas de queijo prato ralado
200 gramas de maionese
sal a gosto

Como fazer
Misture bem todos os ingredientes e sirva.

Sequilhos de jatobá

Ingredientes

250 gramas de farinha de jatobá
250 gramas de maisena
1 xícara (chá) de nata ou manteiga
1 1/2 xícara de chá de açúcar
1 colher de sopa de óleo
3 ovos
1 colher de chá de fermento em pó, para bolo
1 pitada de sal

Como fazer
Misture os ingredientes, amassando até formar uma massa homogênea, soltando das mãos. Enrole e coloque para assar.

Bolo de jatobá com Laranja e canela

Ingredientes

3 xícaras (chá) de farinha de trigo
1 xícara (chá) de farinha de jatobá
3 ovos
1 xícara (chá) de suco de laranja
2 colheres de manteiga
2 xícaras (chá) de leite
1 pitada de sal
1 colher de sopa de fermento em pó
1 colher de chá de canela em pó
1 pitada de gengibre

Como fazer

Bata os ovos com açúcar e manteiga até obter um creme fofo. Acrescente as farinhas, o fermento, o sal, canela e gengibre. Misture bem e coloque para assar em forno moderado.

Biscoitos de Jatobá

Ingredientes

1 xícara (chá) de farinha de jatobá
3 1/2 xícaras (chá) de farinha de trigo enriquecida com ferro
1 1/2 xícara (chá) de açúcar
1 xícara (chá) de maisena
1 lata de creme de leite
3 colheres (sopa) de margarina
1 colher (sopa) de fermento em pó
1 pitada de sal
3 ovos

Como fazer
Misture todos os ingredientes. Enrole a massa, formando anéis finos. Passe açúcar com canela em um dos lados. Asse em forno médio ( 150 °C ) por aproximadamente 30 minutos.

Fonte das receitas: RODRIGUES, J. L. F; RODRIGUES, M. A. S. Aproveitamento culinário dos frutos do cerrado.

Transformando Orelhões em arte!

Orelhão da praça Brito Conde em Pitangui MG. Fotografia de Vicente Oliveira

Com a popularização dos celulares, os Orelhões ficaram esquisitos e abandonados. Em Pitangui, Centro Oeste de Minas, estão sendo transformados em arte. Uma ótima ideia para os artistas locais. Pintem as belezas de sua cidade nos orelhões.

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

AVES DO CERRADO. Uma lista com algumas das principais aves que estão presentes no bioma Cerrado.

O Cerrado é um ecossistema rico em vários aspectos, como o hídrico e a flora, mas não se limita apenas a esses citados, há também as aves do cerrado. Conforme registros de cientistas, no cerrado podem ser encontradas cerca de 935 espécies de aves, dessas, 787 são encontradas também em outros domínios, e 148 espécies são específicas do cerrado. No caso das aves, fica difícil definir uma ave como sendo específica de um único bioma em razão da sua capacidade de voar.Diante da breve introdução, a seguir as principais aves típicas que transitam pelo cerrado e que também podem ser encontradas em outros biomas.
Diante da breve introdução, a seguir as principais aves típicas que transitam pelo cerrado e que também podem ser encontradas em outros biomas.
Ema (Rhea americana)
Ave com peso de aproximadamente 30 kg, sua carne pode ser utilizada como alimento. Essa ave é constantemente encontrada no sistema de campo. Porém, considerando a sua distribuição em outras regiões do mundo, a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) atribui a ela o status de espécie quase ameaçada (NT, Near Threatened).Seriema (Cariama cristata)
Essa ave possui peso relativo de 2 a 3 kg, transita com maior frequência no subsistema de campo de cerrado. Segundo a IUCN, tal espécie apresenta risco mínimo de extinção (LC, Least Concern).
Pavãozinho-do-pará (Eurypyga helias)
Possui peso quando adulto de até 500 g e é comum transitar no subsistema de matas ciliares. Segundo a IUCN, também apresenta risco mínimo.
Jaó (Crypturellus undulatus)

Ave com peso aproximado em fase adulta de 800g, ocorre com maior frequência nos subsistemas de mata e mata ciliar. Essa espécie apresenta risco mínimo de extinção, segundo a IUCN.
Inhambu-xintã (Crypturellus tataupa)

Na fase adulta, atinge até 100g, transita com maior frequência nos subsistemas de cerradão, mata e mata ciliar. Também está em risco mínimo de extinção.

Inhambu-chororó (Crypturellus parvirostris)
Ave que possui na fase adulta peso de até 150g, é mais comum encontrá-la nos subsistemas de cerrado, cerradão e mata. Risco mínimo de extinção.
Codorna-do-nordeste (Nothura boraquira)

Possui peso de aproximadamente 250g quando adulto, transita com mais frequência no subsistema de campo. Status de conservação: risco mínimo de extinção.

Coruja-orelhuda (Asio clamator)
Quando adulto, chega a pesar até 500g, ocorre nos subsistemas de cerrado, cerradão e mata. Risco mínimo de extinção.
Coruja-buraqueira (Athene cunicularia)

Ave que pesa na fase adulta 150g, é mais encontrada no subsistema de campo. Risco mínimo.
Caburé (Glaucidium brasilianum)

Na fase adulta, chega a pesar 100g, transita com maior frequência nos subsistemas de cerrado, cerradão e mata. Risco mínimo.
Coruja-da-igreja, ou suindara (Tyto alba)

Quando adulta, pesa aproximadamente 400g, é mais encontrada nos subsistemas de campo e cerrado. Risco mínimo.
Arara-azul-grande (Anodorhynchus hyacinthinus)

Ave que pesa em sua fase adulta cerca de 1 kg, é mais encontrada nos subsistemas de veredas e ambientes alagadiços, porém pode transitar em todos outros subsistemas do cerrado. Apresenta-se em perigo de extinção. (EN, Endangered)
Arara-canindé (Ara ararauna)

Peso na idade adulta: 1 kg. Risco mínimo.

Arara-vermelha-grande (Ara chloropterus)
Ave que atinge em sua fase adulta peso de aproximadamente 1 kg, transita em todos os subsistemas. Risco mínimo.
Papagaio-verdadeiro (Amazona aestiva)

Pesa, quando adulto, aproximadamente de 300g. Risco mínimo de extinção.
Periquitão-maracanã (Aratinga leucophthalma)

Ave que possui peso em sua fase adulta de 300g, ocorre nos subsistemas de veredas e ambientes alagadiços e campo. Risco mínimo.

Mutum-de-penacho (Crax fasciolata)
Peso adulto de cerca de 2 a 3 kg, transita com maior frequência no subsistema de matas ciliares. Risco mínimo.
Jacucaca (Penelope jacucaca)

Ave que pesa na fase adulta cerca de 500g, transita com maior frequência nos subsistemas de cerradão e mata. Encontra-se vulnerável (VU, Vulnerable)
Aracuã-do-pantanal (Ortalis canicollis)

Peso adulto de 500g, transita principalmente nos subsistemas de matas ciliares, veredas e ambientes alagadiços. Risco mínimo.
Pomba-galega (Patagioenas cayennensis)

Peso de aproximadamente 200g, ocorre com mais frequência nos subsistemas de veredas e ambientes alagadiços. Risco mínimo.
Pomba-trocal (Patagioenas speciosa)

Peso adulto de 200g, ocorre nos subsistemas de veredas e ambientes alagadiços. Risco mínimo.
Juriti-pupu (Leptotila verreauxi)

Ave que pesa na fase adulta aproximadamente 200g, transita com maior frequência no subsistema de cerrado. Risco mínimo.
Pomba-de-bando (Zenaida auriculata)

Na fase adulta, pesa 300g, ocorre nos subsistemas de campo, cerrado e cerradão. Risco mínimo.
Tucanuçu (Ramphastos toco)

O peso adulto da ave é de aproximadamente 250g, transita com maior frequência no subsistema de campo. Risco mínimo.
Tucano-de-bico-preto (Ramphastos vitellinus)

Ave com peso, quando adulto, de aproximadamente 250g, é mais encontrado no subsistema de campo. Risco mínimo.
Araçari-castanho (Pteroglossus castanotis)

Quando adulto, pesa aproximadamente 200g, transita com maior frequência nos subsistemas de cerrado, cerradão, mata e matas ciliares. Risco mínimo.
Marreca-de-coleira (Callonetta leucophrys)

Ave com peso quando adulto de aproximadamente 1,5 kg, ocorre com maior frequência nos subsistemas de veredas e ambientes alagadiços. Risco mínimo.
Asa-branca (Dendrocygna autumnalis)

Ave com peso adulto de aproximadamente 1kg, ocorre com maior frequência nos subsistemas de veredas e ambientes alagadiços. Risco mínimo.
Pé-vermelho (Amazonetta brasiliensis)

Quando adulto, pesa aproximadamente 1kg, transita com maior frequência nos subsistemas de veredas e ambientes alagadiços. Risco mínimo.
Anhuma-poca, ou tachã (Chauna torquata)

Ave com peso na fase adulta de aproximadamente 3 a 4 kg, ambos ocorrem nos subsistemas de veredas e ambientes alagadiços. Risco mínimo.
Garça-moura (Ardea cocoi)

Pode atingir na fase adulta aproximadamente 3 kg, é mais encontrada nos subsistemas de veredas e ambientes alagadiços. Risco mínimo.
Curicaca (Theristicus caudatus)

Ave que pesa na fase adulta aproximadamente 1 kg, transita com maior frequência nos subsistemas de matas ciliares e campo. Risco mínimo.
Por Eduardo de Freitas. Graduado em Geografia
Equipe Brasil Escola
Site: Brasilescola.uol.com.br

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